O jornal O Povo deste domingo convocou alguns especialistas para comentar a decisão do governo estadual de instalar câmeras de segurança em vários pontos de Fortaleza. Como de costume, o marxismo entrou na história. Parece que a cidade virou palco de mais um tipo de luta de classes.
Um dos especialistas consultados é Giovani Tavares, advogado e doutorando em Sociologia pela UFC. Curso de humanas da federal? Já fiquei desconfiado. Segundo Giovani, a instalação das câmeras, ao contrário de representar um aumento da segurança, reflete um preconceito da elite - eu sabia:
"Os dados das pesquisas sobre violência e as incidências de ações criminosas não justificam o procedimento para a instalação das câmeras. O lugar onde elas serão instaladas mostram o preconceito da sociedade. São lugares de elite que possuem poder para garantir a câmera próxima de sua residência".
Bom, então parece que as coisas são assim: essa "elite" (o doutor Tavares não diz quem é) usou seu poder econômico para garantir câmeras nas esquinas de suas ruas. Mas que ruas são essas? Ora, não se sabe nem quem é a elite em questão. Mas o sociólogo sugere que essa entidade misteriosa aparentemente traçou um plano de segurança classista indicando as coordenadas da residência de cada integrante do grupo, plano esse que ganhou as bênçãos do governador Cid Gomes.
Não, não faz sentido, vocês sabem disso tanto quanto eu.
Em janeiro deste ano, outro especialista foi homenageado aqui no blog. Clique aqui para ler o post "Marxista dando pitaco em segurança pública: piada garantida".
Um dos especialistas consultados é Giovani Tavares, advogado e doutorando em Sociologia pela UFC. Curso de humanas da federal? Já fiquei desconfiado. Segundo Giovani, a instalação das câmeras, ao contrário de representar um aumento da segurança, reflete um preconceito da elite - eu sabia:
"Os dados das pesquisas sobre violência e as incidências de ações criminosas não justificam o procedimento para a instalação das câmeras. O lugar onde elas serão instaladas mostram o preconceito da sociedade. São lugares de elite que possuem poder para garantir a câmera próxima de sua residência".
Bom, então parece que as coisas são assim: essa "elite" (o doutor Tavares não diz quem é) usou seu poder econômico para garantir câmeras nas esquinas de suas ruas. Mas que ruas são essas? Ora, não se sabe nem quem é a elite em questão. Mas o sociólogo sugere que essa entidade misteriosa aparentemente traçou um plano de segurança classista indicando as coordenadas da residência de cada integrante do grupo, plano esse que ganhou as bênçãos do governador Cid Gomes.
Não, não faz sentido, vocês sabem disso tanto quanto eu.
Em janeiro deste ano, outro especialista foi homenageado aqui no blog. Clique aqui para ler o post "Marxista dando pitaco em segurança pública: piada garantida".
1 comentários:
Você precisava ter ouvido o que foi dito no debates do povo (Debates??? Como se todos, exceto o Themístocles de Castro e Silva, concordam sempre?) a respeito da proposta de cercar-se o parque do cocó, alí perto do iguatemí, onde a partir das 17h, com o engarrafamento cavalar que se forma, um grupo de vítimas da sociedade sai do matagal a passa a assaltar os membros da elite que insistem em insultá-los passando com seus carros por alí.
O discurso é o mesmo. Só gostaria de saber o que diria ou faria o sr Giovani Tavares se estivesse por alí com mulher e filhos e uma dessas vítimas da sociedade e da sanha das elites apontasse a arma para a cabeça de sua mulher ou de um filho na tentativa de receber seu quinhão de igualdade social.
Saulo Tavares
Postar um comentário